Como funciona

Três passos. E já está.

O dinheiro vivo tem três propriedades que nada de digital conseguiu manter ao mesmo tempo: é privado, funciona sem rede e passa de mão em mão. O Qashmore mantém as três e acrescenta uma que o dinheiro nunca teve — quem tenta enganar não fica impune.

01

Receba dinheiro digital do seu banco.

O seu banco emite notas Qashmore a partir da sua conta. É um cliente conhecido de uma instituição licenciada, identificado uma única vez, no momento da adesão — tal como hoje. Nada disso muda.

02

Pague ou transfira.

Aproxime, digitalize ou entregue-a. O pagamento é verificado no momento: o seu telemóvel e o do comerciante confirmam a nota face a um pequeno conjunto de chaves públicas. O comerciante vê um pagamento válido. Não o vê a si. Este passo não precisa de rede.

03

A liquidação acontece em segundo plano.

Quando os dispositivos voltam a ficar online, as notas são conciliadas entre os bancos através das infraestruturas que já utilizam. Não é preciso construir nada de novo para um sistema de pagamentos começar a compensar.

Para onde vai o dinheiro quando falta a luz

Num comboio. Num festival. Numa aldeia com uma barra de rede. Durante um apagão. Um sistema de pagamentos que só funciona quando tudo o resto também funciona não é um sistema de pagamentos — é uma comodidade. Com o Qashmore, continua a pagar, sem hardware especial, num telemóvel comum.

E se alguém tentar enganar?

Uma nota válida não pode ser falsificada. O único ataque que resta é tentar gastar o mesmo dinheiro duas vezes. Assim que o sistema voltar a estar online, aponta exatamente o fraudador original — pessoalmente, de forma automática — e todos os restantes membros honestos da cadeia mantêm o anonimato: nem quem teve a nota antes da fraude nem quem a teve depois é exposto, ou sequer posto sob suspeita. Uma garantia do emissor ressarce o recetor honesto, pelo que a perda recai sobre o fraudador, e não sobre quem aceitou o pagamento de boa-fé.

Quem é honesto permanece anónimo. A fraude denuncia-se sozinha.

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